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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"Zoilos, tremei! Posteridade, és minha!"




Hoje resolvi falar sobre uma poderosa ferramenta que muitos da mídia, profissionais e amadores, utilizam constantemente. 
A crítica.
Fonte de discussão e motor da maioria das “baixarias” que observamos na Internet, a crítica, no meu ponto de vista, pode se tornar uma perigosa arma, destruidora de carreiras e da moral do indivíduo. Tanto de quem critica, quanto de quem é criticado.
Mas vamos analisar o objeto, primeiramente analisando o seu efeito sobre o cotidiano, sobre a vida dos anônimos. Desde os primórdios a opinião é um fenômeno conhecido e praticado, sendo seu principal alvo as pessoas que saem do padrão e/ou que burlam as regras. Fundamental para uma pessoa que necessita e que deseja viver em sociedade, a opinião dá ao indivíduo o poder de se enxergar através das outras pessoas, com outros olhos, possibilitanto corrigir erros no comportamento ou em outros aspectos. Para quem diariamente é percebido sempre pelas mesmas (e poucas) pessoas e nunca é alvo constante ou provável de fofoca em massa, a única opinião que importa são as dos indivíduos que o cercam. Nesse caso, a necessidade de aprovação de seus atos é quase nula, já que os seus interesses e suas ações não vão modificar ou não vão se interpor entre o restante. Exemplo: não necessito saber se as pessoas de Aparecida do Norte – SP, vão achar correto se eu mastigar com a boca aberta.
O exemplo é péssimo, eu sei, mas é por aí.
Pequenas mudanças em sua vida provavelmente nunca atingirão uma grande quantidade de pessoas, a ponto de se sentirem obrigadas em concordar ou discordar de você. É óbvio que retirando as pequenas críticas diárias de pais excessivamente cuidadosos, filhos revoltados, vizinhos problemáticos, chefes de empresas exigentes, professores estressados com o salário e condição de emprego, não haverá mais nenhum tipo de crítica que o atinja e que modifique seu meio. Você não se importa com a visão que o restante do mundo tem de você porque você não é obrigado a conviver com o restante do mundo. Eu me importo de mastigar com a boca aberta não porque a comunidade de uma rede social qualquer diz que não pode. Mas porque meus pais me ensinaram assim. A opinião é deles.
O que quero dizer com isso tudo é que os principais atingidos com o poder da crítica, são as pessoas que se  expõem. É claro que sentir o peso de uma crítica ruim não é bom para ninguém. Porém os que se expõem são os principais alvos, porque sua vida e suas ações, querendo ou não, dependem da aprovação dos demais.
E então começamos a nossa real discussão.
Antes é necessário afirmar que quando digo “opinião” estou relacionando esse termo e igualando-o com “crítica”. Crítica ao comportamento, à forma de expressão do ser e não daquilo que é certo e errado, segundo nossas leis. Quando digo que a opinião da grande massa não importa, não é para ninguém sair pelado na rua só porque discorda do uso de roupas, que é o padrão da maioria. Não me compliquem, por favor.
Para quem está na mídia ou para quem tem um compromisso assumido e conhecido com um público, suas ações são correspondidas com o veto ou com o aval da maioria. É nesse ponto que a crítica se torna essencial para seu trabalho porque ela molda as atitudes de quem se expõe e cria uma consequência. A consequência da crítica é que a define em ‘construtiva’ e ‘destrutiva’, sendo esta última um problema sério na sociedade mal educada de hoje, onde as pessoas nascem, crescem e morrem sem ter a noção do que é ‘tato’.
Em uma ilustração desse fenômeno, temos Galileu Galilei com sua teoria heliocêntrica versus a Igreja Católica, cuja opinião era (ou é, não vou entrar nesse perigoso detalhe), uma reflexão da sociedade da época, ou melhor, a palavra final e absoluta cujo não quase levou Galileu Galilei à forca e o fez desistir de seu propósito inicial. Nos tempo modernos temos como ilustração a mídia em geral, que saiu do seu papel simples e tímida de informante e de formadora de opiniões para uma fabricante poderosa destas, quase uma ditadora que controla a vida de atores, escritores, modelos, apresentadores, cantores , sempre emitindo a sua opinião, que nem sempre é o pensamento mais racional.
A Internet é prova disso. Enquanto na televisão temos apenas a visão de um determinado grupo, na net, me permitam, o bicho pega geral. Todo trabalho ou comentário de uma pessoa (e nem precisa ser mais famosa!), é avaliada e rebatida com uma crítica que varia de ácida, passando por irônica e descendo até a lama em que o ser humano se joga. O problema não é a emissão de opiniões em si, porque isso é ótimo. Mas as opiniões, e quem as escreve.
Se exemplicar é a melhor forma de se expressar, posso falar da (coitada!) Rebeca Black. Mais, posso falar de Justin Bieber, da banda Restart, de Lady Gaga, etc, etc. Não sou nenhum militante desses grupos e não estou qualificando a música de ninguém como boa ou ruim. Afinal, gosto é como...
O negócio é a forma de criticar que me espanta!
Dados para embasar minha teoria: das atuais 126.625.392 pessoas que já assistiram o videoclip “Friday”, de Rebeca Black, mais de 80% que votaram disseram que não gostaram do vídeo e muitas destas pessoas postaram mensagens “fofas” e “carinhosas” para desmerecer o trabalho de uma menina que tem vontade de fazer aquilo que faz.
Primeiro: não estou pedindo para que as pessoas modifiquem sua opinião em função de outra. Todos temos o livre arbítrio.
Segundo: em que raios o pessoal do Youtube estava pensando quando inventou essa barrinha de qualificação para dizerem se aprova ou reprova o vídeo? Para quê eu quero saber se as pessoas não gostam do meu trabalho?! Foda-se essa mídia que insere discórdia na comunidade...
Terceiro: que tipo de imbecil sem cérebro sente vontade de comentar tanta asneira e criticar de forma tão vil o  trabalho que as pessoas realizam com tanto esforço e dedicação?
E Rebeca é só mais um exemplo. Quantos outros já ouviram desaforo e outras formas de violência verbal? Por quê as pessoas são tão intolerantes e injustas?
Disse uma vez Cláudia Leitte em resposta às ofensas de uma garota no Twitter: "Pra quê tanta auto-afirmação e necessidade de desmerecer meu trabalho? Amai-vos, irmãos. Oremos!”
E eu acho que tenho a resposta para tanta irracionalidade, se é que se pode justificar uma idiotice dessas[a crítica destrutiva]. O ser humano sempre teve a necessidade de destaque na sociedade. Vaidade é algo ruim, se olharmos por esse ângulo, porque ela promove a competitividade nesse mundo capitalista e injusto. E como a internet abre portas para que as pessoas possam se expor e destacar, ocorre uma luta pela atenção dos demais e pela definição de uma personalidade superior às outras. Assim reflete-se na busca febril de seguidores e de amigos nas redes sociais, nas comunidades que dizem “Odeio esse e Odeio aquele”, nos comentários infames de pessoas que se agrupam para parecem maiores do que realmente são, e ainda com a vantagem do anonimato que garante que possam apontar as mazelas de outros e esconder as deles.
Dessa forma, esse tipo de crítica cresce pois dá uma falsa sensação de superioridade. Não é surpreendente quando uma pessoa critica de forma radical (e desnecessária) um trabalho que todos aprovam? Essa pessoa ganha destaque. Ela ganha atenção. E é aí que mora o perigo. Pois então todas as outras passam a criticar da mesma forma para conseguir dar mais brilho à sua triste existência. E assim nos tornamos mais humanos...
O meu objetivo, com toda essa dissertação, não é que você pare de dizer que gosta ou que não gosta de fulano, cicrano ou beltrano e que pare de emitir a sua opinião. É apenas alertar as pessoas que criticam destrutivamente que: para reprovar um trabalho e criticar de forma justa é necessário fazer melhor de quem é criticado. E nem isso, no mais das vezes, nos dá esse direito.
Vamos parar um pouco e pensar: em vez de criticar, dizendo que a obra de tal pessoa é um cocô, por que não sugerir uma forma de melhorar esse trabalho? Ou apoiar, mesmo que não goste. Isso não é mais bonito e (agora sim) humano? Amai-vos, pessoas. O mundo, mais do que nunca, está precisando de gente que tem a capacidade de amar e de compreender o próximo. Não seja um Zoilos da vida, que Bocage teve o prazer de calar com o talento que tinha. Não se humilhe dessa forma e entenda que palavras não vão subtrair o talento de ninguém.
 
 
 

IFBA - Instituto Federal de Impaciência, Falta de Educação e Hipocrisia


Já foi-se o tempo em que existiam alunos para aprender e professores para ensinar. Ou isso sempre foi apenas um conceito e não o concreto?
Engana-se você se pensa que nestas linhas irei me manifestar sobre o papel importante que o professor têm para os estudantes e sobre o pouco salário que ganham.
Sinceramente, essa ladainha não me comove mais.
Movido pela força da raiva e da indignação, venho através deste informar o quão pouco aprendo num local que foi projetado para fazer justamente o cposto. Aliás, perdoem-me, aprendo bastante, sim; a pôr os fins acima dos meios, a ser um robô formatado, a respeitar os que não o fazem por mim e a ser o que os outros projetam para mim.
E com essa atinjo em cheio a minha segunda casa. Especificamente esta , cujo nome está estampado no título desse post, seguido pelo nome que deveria ter. Diferente da maioria das pessoas que cegam com a cólera, eu vou utilizar esse momento colérico e de lucidez absoluta, antes que o torpor da sexta-feira e do comodismo me abata. Porém começar por onde nesse antro de erros e pessoas falhas?
Que tal pelos funcionários? Gentis, como sempre, atenciosos, estão ali para facilitar e melhorar a nossa vida transformando um lugar inseguro, um âmbito fora de nosso lar, no local mais aconchegante e habitável que possa haver.
E se você não entendeu a ironia das palavras anteriores é porque não conhece a realidade, que está sim, distante do ideal.
Hoje me deparei com cenas que se tornaram comuns no quartel onde estudo. Mas antes de declara-las vou situar vocês nesse ambiente complexo. O Instituto funciona nos três turnos, sendo que o primeiro e segundo ano estão reservados para a manhã, o terceiro para tarde e o quarto ano e os universitários, para noite. Pela manhã e pelo início da tarde os alunos (destes turnos, que esteja claro), são obrigados a entrar com o fardamento completo: camisa ou camiseta, sapato fechado e calça jeans. Mas quando a noite cai, surgem os universitários e sei lá quem mais, sem fardamento e passam pela entrada sem serem incomodados.
Vocês têm que concordar comigo: o pau que dá em Chico, dá-se em Francisco.
Ou usa-se a tão má falada farda ou nos liberam para virmos da maneira mais confortável que convir. É obvio que o problema de controle de pessoas que entram e que saem seria resolvido facilmente com a adoção de crachás, cartões, etc. Coisas que já foram até timidamente discutidas, mas que ficaram no tímido.
O que não dá certo é a indelicadeza com que os alunos são tratados quando vão da forma inconvencional. Perceberam que eu não digo “vão da forma proibida”? Justifico pelo simples fato de que nunca, pelo menos nos três anos que estudo lá, foi aplicada uma regra tradicional e constante em relação à isso. Então por que cobrar esse  tipo de coisa de uma hora pra outra e tirar do IFBA esse aspecto dinâmico e liberal, que pode parecer simples e bobo mas que influencia muito no comportamento dos alunos, e pra melhor? Independente da permissão ou não, ficar no chove e não molha é triste.
(A partir disto eu tiro duas conclusões: ou os fiscais sorteiam diariamente a forma de tratar do assunto ou todos são bipolares.)
Tudo bem se uma regra for instaurada, mas os que estão na cadeira de reitor e diretor têm que se lembrar que qualquer regra do estatuto tem que ser discutida com os alunos para que se entre em um acordo e não ocorra momentos desnecessários como os que acontecem diariamente.
Hoje um dos fiscais (vulgo Hitler, adivinhem o porquê), resolveu fazer mais uma vítima de suas ignorâncias, e me permitam, que pedaço de cavalo é aquele homem! Se fosse um vagabundo qualquer que vai pra escola traficar e vadiar, tudo bem. Mas uma aluna que está ali, na obrigação do dever, cumprindo seu papel como estudante, ser submetida a uma cena constrangedora daquelas, poupe-me. O pior é a falta de tato de todos eles.
Outra aluna estava chorando no corredor do pavilhão e o mesmo meliante se aproximou e disse que fosse “chorar em outro lugar que corredor não é lugar pra isso”... (?) Me surpreende como esse Instituto pôde contratar gente que não tem a menor noção de relação social saudável. Outras observações eu deixo a encargo de vocês.
Ah, lógico que não poderia faltar os nossos professores.
Só pra deixar bem claro, não são todos, é evidente que existem os bons profissionais que se importam (surpresa!) com o aprendizado do aluno, independente da forma de ensino. Porém se fossem muitos, esse post não seria necessário.
As formas de tratamento na relação professor-aluno é bem diferente, pelo menos onde eu estudo, das relações aluno-professor. O respeito geralmente sempre vêm em mão única. E vêm dos alunos para os professores. Calminha discentes e docentes, não são todos.
Esse problema não é exclusivamente contemporâneo, suas raízes são longas, fortes e profundas. Nessa unidade de sociologia estudamos as idéias de Durkheim sobre religião, trabalho e (tcharam), educação. E até ele sabe que as relações impostas na sala de aula são de medo e pseudosuperioridade por parte dos professores.
Estes estão mais preocupados em serem os mais severos e rígidos do que ensinar realmente. Sempre querendo que o aluno alcançe metas sem dar chances para tal. Sempre excessivamente críticos, insistentes, regras, regras, regras. Haja santa paciência. São poucas pessoas que dizem que sempre vão pra escola com máxima alegria, mas quem diz que odeia segunda-feira e aula ainda é a maioria.
Pessoinhas, devemos deixar de ter esse espírito tão burocrático e autoflagelante, em busca do mais, do dez,  contando os décimos para ser o melhor, ser o mais rígido, o mais temeroso, o mais bonitinho e uniformizado. O Ser humano é a única espécie que possui o dom da dinâmica mas que adora vetar esse instinto. Sabem o que eu quero, afinal? Ser levado a sério, com respeito, o mesmo respeito com que trato TODOS, sem distinção.
Professores, concentrem-se em ENSINAR os seus alunos, mesmo que isso ultrapasse datas previstas, calendários, unidades. Facilite a nossa vida, melhor, retire as dificuldades e as barreiras desnecessárias. Mostre que você é um educador de verdade e faça valer aquela máxima, típica de todo professor: "eu estou aqui também para aprender."
Apenas pra finalizar, um recado para os pseudomestres: se eu vou para a aula é porque eu sou esforçado, sim. Faltar aula sua seria uma tarefa muito fácil se eu quisesse fazê-la. Mas eu sempre opto pelo que vai me acrescentar. Outra, não nos substime nem fique nos testando, se estamos aí não devemos a você mas ao nosso próprio esforço. É mérito.

Durma com um barulho desses.

We are fucked, we are sucked...




O que você já sabe, sobre uma coisa que você não precisa...)

Alguma vez uma pessoa próxima de você já traiu sua confiança? Não é uma coisa boa, suponho, ver que as perspectivas que você tinha em relação à ela estavam todas erradas. É desagradável tanto pela traição quanto por ela ter feito de você um idiota.
E para aqueles que já pasaram por uma situação semelhante e ficam dizendo para si mesmos que nunca vão cair novamente na história da carochinha, é melhor pensar de novo.

Desculpem dizer , mas todos nós somos otários.

“João é uma pessoa trabalhadora. Desde cedo investiu, na medida do possível, nos estudos. Seus pais não possuíam muito dinheiro mas fizeram de tudo para proporcionar uma boa educação, o que futuramente foi decisivo para a conquista de um bom emprego. Então João melhorou de vida e pôde dar mais conforto para seus pais. Não se tornou uma pessoa muito rica, mas como fruto do trabalho árduo conquistou uma casinha muito bonita, de valor relevante. Porém João precisava de uma pessoa para auxiliar na administração das finanças. Ele queria vender sua antiga casinha para poder dar entrada em um carro. Em suma, precisava de alguém para cuidar de toda a venda. Foi aí que João errou.
João contratou um homem que ele não conhecia. Nunca tinha ouvido falar dele, nem de trabalhos anteriores, da família, nenhum antecedente. João tinha o visto apenas na televisão, quando divulgava seu trabalho como contador, corretor, etc, etc... Por convenção vamos chamá-lo de Dr. Fulano.
Dr. Fulano nunca teve uma conversa direta com João e eles nunca haviam se encontrado pessoalmente, trocaram umas poucas palavras sobre o assunto e fechou-se o contrato. João apenas entregou o patrimônio que havia conquistado com tanto esforço, aos cuidados de Dr. Fulano, para que ele calculasse o valor bruto do imóvel e realizasse a venda. O valor do salário ficaria a encargo de Dr. Fulano; ele diria o quanto valeria seu trabalho e retiraria diretamente do valor da venda, ficando de repassar o restante para João. Custos adicionais pelo trabalho deveriam ser retirados diretamente desse capital, sem influência ou opinião do real proprietário da casa. A única participação de João em todo esse trabalho se resumia então à escolha do estranho profissional que ele viu pela tv e que terceiros haviam indicado e ao recebimento do valor da venda. Nada mais.
O que ocorreu a seguir já era previsível. Dr. Fulano não soube gerenciar o patrimônio de João, impôs um alto  salário, realizou gastos desnecessários e realizou um péssimo negócio. Ao final, João recebeu o equivalente à metade da metade do que deveria receber pela venda da casa. Ele reclamou, óbvio, mas já não havia mais nada a ser feito. O dinheiro já havia sido gasto, a casa já tinha sido vendida e Dr. Fulano estava inacessível. Aliás, João não sabia onde encontrá-lo e por mais que reclamasse ninguém poderia ou queria providenciar alguma mudança.
A história termina com João pobre novamente, enganado, traído.
E do Dr. Fulano? Nunca mais ouviu-se falar dele.”

Você pode chamar isso de CALOTE, mas eu chamo isso de POLÍTICA.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Deixando de ser resistente ao amor...


Meu coração estava bem até que BUM. Eu odiava pensar nele daquela maneira, daquele jeito, mas não teve jeito, não pude mais me esconder, e dobrar meu coração com o que restava dele, estava pensando que tudo o que já passei em toda minha vida fora algo só me trouxe mágoa e raiva dos garotos, pois eles me passavam uma ligeira impreensão de mudança 0, e isso me matava, sabe? As vezes chegava a jurar que passaria minha vida toda sozinha, pois sempre tinha alguém pra chutar e esmigalhar meus sentimentos me fazendo tremer só de imaginar em algum relacionamento. Quando aconteceu de eu me ''apaixonar'' por ele, eu estava querendo quebrar alguma coisa, algo que me fizesse cair em si e esquecer tudo o que estava sentindo, mas coração não é bobo nem se engana. Mas, o meu coração estava com defeito, eu tinha certeza disso! Meu coração precisava de um bom choque para a realidade... Eu não podia estar apaixonada pelo cara mais ridículo que eu achava, eu o achava muito ignorante e nada culto, e até que um dia sentamos juntos na aula para fazer um trabalho, e me impressionei  com a forma que ele sabia das coisas, e tudo o que ele fazia era certo, isso me irritou - pois dentro de mim ele não era culto. Desde aquele dia meu coração bateu de forma mais tola que eu já pude sentir, meus olhos o casava por todo o lugar que eu não o via, ficava perdida quando ele não comparecia na escola... e foi assim que eu mudei, foi assim que eu deixei que meu coração catasse os pedaços que eu não o deixava catar, foi assim o BUM que aconteceu dentro de mim... É assim o amor. 

"Não adianta nada esperar acontecer, vá atrás do que você realmente quer...




           E ae galera, tudo bem? Como todos perceberam, eu dei um tempo com o blog, eu ando com muitas coisas na cabeça e todas as vezes que eu tentava escrever, eu ia para um post meio pra baixo, e não conseguia retratar um assunto bacana, ou até um assunto que eu quisesse escrever, então resolvi dar um tempo no blog. Hoje segunda, estou em casa sem fazer nada então resolvi tentar de novo escrever, quem sabe eu não consiga no mínimo escrever alguma cosia. Veremos

Bom hoje eu gostaria de escrever um pouco sobre pessoas que tentam demonstrar um tipo de pessoa que na verdade não são,  não sei exatamente como chamá-las, mas todo mundo sabe quando alguém faz coisas só para ser notado, ou fala de alguma coisa que ela tem/fez que é melhor que a as dos outros. As pessoas que fazem isso geralmente são pessoas inseguras de sua personalidade, então tentam fazer coisas que os outros admiram, assim conseguindo criar uma personalidade forte e invejável, esse tipo de pessoa geralmente passaram por situações onde não foram notadas ou até ignoradas, ou por um grupo ou por alguém que elas mesmas invejaram(Não entenda inveja como uma coisa ruim, e sim como algo que alguém gostaria de atingir).         

Quando alguém busca se destacar, vai atrás de coisas que a maioria das pessoas gostaria de ter/fazer, e assim fazem de tudo para conseguir, esperando que a reação das pessoas seja de admiração, e que traga um sentimento de inveja que supra o vazio que esta dentro dela. Na verdade, acaba mesmo suprindo esse vazio, porém é algo passageiro, que quando ela menos esperar, irá desaparecer assim gerando um ciclo.

            Não julgo quem faz isso, e acredito que esse tipo de pessoa precisa procurar entender o que causa tamanha aflição que, precisa fazer qualquer coisa simplesmente para ser aceito,como  foto na casa de ex- sogra,que viver em uma família q não existir e ser amada por pessoas como Irmão,irmã e mãe fala serio e muita humilhação.Quere ser algo ou alguém aonde não pertence sir quer parentesco !
por que precisa desse nível de aceitação? Por que a felicidade não pode ser encontrada dentro de você e assim busca uma felicidade externa, que na verdade, é uma falsa felicidade!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Hoje - Dia de Iemanjá - Quem é esta???

Olá queridos!!
É com carinho que compartilho este texto sobre Iemanjá. Achei lindo e especial para o dia de hoje!!!



IEMANJÁ
A majestade dos mares. Senhora dos oceanos, sereia sagrada, Iemanjá é a Rainha das águas salgadas, considerada como mãe de todos Orixás, regente absoluta dos lares, protetora da família. Chamada também como a Deusa das Pérolas, Iemanjá é aquela que apara a cabeça dos bebês no momento do nascimento.
Essa força da natureza também tem um papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que vai reger nossos lares, nossas casas. É Iemanjá que vai dar o sentido de “família” a um grupo de pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto. Ela é a geradora e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos, transformando-os num grupo coeso.
Iemanjá é o sentindo de educação que damos aos nossos filhos, os mesmos que recebemos de nossos pais, que aprenderam com nossos avós. Ela, Iemanjá, rege até o castigo, as sanções que aplicamos aos filhos. É o sentido básico, é a base da formação de uma família, aquela que vai gerar o amor do pai pelo filho, da mãe pelo filho, dos filhos pelos pais, transformando tais sentimentos num só, poderoso, imbatível, que se perpetuará.
Iemanjá é a família! Rege as reuniões de família, os aniversários, as festas de casamento, as comemorações que se fazem dentro da família. É o sentido da união, seja ligado, por laços consangüíneos, ou não.
Dentro do culto, numa casa de santo, Iemanjá também atua organizando e dando sentindo ao grupo, à comunidade ali reunida e transformando essa convivência num ato familiar; criando raízes e dependências; proporcionando o sentimento de irmão pra irmão em pessoas que há bem pouco tempo não se conheciam; proporcionando também o sentimento de pai para filho, ou de mãe para filho e vice-versa, nos casos do relacionamento do Babalorixás, ou Ialorixás como os Omo Orixás (filhos de Santo).
Iemanjá também está presente nas decisões, nos momentos de angústia e preocupação pelo ente querido, pois seus sentimentos geram os nossos, A necessidade de saber se aqueles que amamos estão bem, a dor pela preocupação, é uma regência de Iemanjá, que não vai deixar morrer dentro de nós o sentido de amor de amor ao próximo, principalmente em se tratando de um filho, filha, pai, mãe, outro parente, ou amigo muito querido. E estendemos isso, também, às comunidades da Religião.
Iemanjá é a preocupação e o desejo de ver aquilo que amamos a salvo, sem problemas. É a manutenção da harmonia do lar.

Está presente também no nascimento, pois é ela quem vai aparar a cabeça do bebê, exatamente no momento do seu nascimento. Se Exu fecunda e Oxum cuida da gestação, é Iemanjá quem vai receber aquela nova vida no mundo e entregá-la ao seu regente, que inclusive pode ser até ela mesma. Isto tem uma importância muito grande, no sentido e na visão da Cultura Africana, sobre a fecundação e concepção da vida humana. Iemanjá é a senhora dos lares, pois, desde o nascimento, ou a partir do nascimento, ela cuidará da família.
Daí o titulo de Iyá (mãe), melhor, Iyá – Ori (mãe da cabeça) e plasmadora de todas as cabeças; aquela que gera o Ori, que dá o sentido da vida e nos permite pensar, raciocinar, viver normalmente como seres pensantes e inteligentes.
Iemanjá está presente nos mares e oceanos. É a Senhora das águas salgadas e será ela que proporcionará boa pesca nos mares, regendo os seres aquáticos e provendo o alimento vindo de seu reino. Iemanjá é a onda do mar, o maremoto, a praia em ressaca, a marola, É ela quem controla as marés, é ela quem protege a vida no mar.




PRECE PARA IEMANJÁ



Oh! Iemanjá, sereia do mar. Canto doce, acalanto dos aflitos.
Mãe do mundo tenha piedade de nós.
Benditas são as benções que vem do teu Reino.
Meu coração e minha Alma se abrem para receber as bênçãos de Iemanjá.
Mãe que protege, que sustenta, que leva embora toda dor.
Mãe dos Orixás, Mãe que cuida e zela pelos seus filhos e os filhos
de seus filhos.
Iemanjá, tua Luz norteia meus pensamentos e tuas águas
lavam minha cabeça.


PRECE A IEMANJÁ
Divina Mãe, protetora dos pescadores e que governa a humanidade, dai-nos proteção. Oh! Doce Iemanja, limpai as nossas auras, livrai-nos de todas as tentações. És a força da natureza, linda deusa do amor e bondade (faça o pedido). Ajude-nos descarregando as nossas matérias de todas as impurezas e que a vossa falange nos proteja, dando-nos saúde e paz. Que assim seja feita a vossa vontade.


ORAÇÃO PARA IEMANJÁ
‘Iemanjá, derramai vossos poderosos fluídos sobre todos nós. Que vossa misericórdia continue a se estender sobre todos os reinos. Que os fracos sejam protegidos pelos vossos braços e que os humildes sejam enaltecidos pelo ruído do mar. Que os movimentos das ondas transmitam muita paz e amor. Que os orgulhosos percam a arrogância e sintam como é bom ser bom, porque a maldade só nos torna pequenos perante o vosso reino, Senhora. Que os doentes recebam de vós, minha Santa Rainha, a cura para todos os males, através das emanações e de vossas vibrações e que nós sejamos purificados em vossas sagradas águas. Que a força do vosso reino seja para nós um escudo contra as más influências dos seres inferiores, pois ainda somos crianças no reino em que vivemos e mal o conhecemos. Que o vosso sagrado manto agasalhe todos os necessitados e traga o vosso calor de Santa Mãe, que vós sois. Senhora, tende piedade de tantos que, como eu, vos invocamos neste momento sublime. Atendei-nos em nossos pedidos. Senhora Rainha do Mar e para tanto deixamos nossas suplicas na sétima onda do vosso mar. Assim seja’.
Livro: IEMANJÁ - Autor: J, EDSON ORPHANAK




sábado, 28 de janeiro de 2012

A volta da vida



O que você pode ver do seu futuro?







Uns dizem que o destino é traçado dia a dia de acordo com suas decisões, o chamado "LIBERIUM ARBITRIUM".
Outros afirmam que nascemos com o destino definido e não importa o que você faça, o que esta traçado acontecera, o que eu chamo de "SENTENÇA".
Já outros tentam te convencer de que você é predestinado a algo mas é você quem decide se quer ou não... sua atitude de viver bem, o chamado "CAMINHO DO MEIO"  ( na cultura Budista).
A confusão esta somente na sua cabeça, você quem decide como decifrar o código, como lhe dar com o nó.
O Caminho do meio, é o momento em que você se encontra, quando se passa de um extremo ao outro e chega-se ao meio é possível prosseguir com equilíbrio.
O que eu venho me perguntando a meses, possivelmente anos inconscientemente é, "O que vai ser de mim?"
Você já teve a sensação de estar lutando contra o vento? Você não consegue pega-lo, não consegue segura-lo você apenas sente os efeitos na pele , sejam eles bons ou ruins, quentes ou gelados.
Por diversas vezes na vida, me sinto lutando contra algo não palpável, como correr numa esteira, você pode correr quilômetros mas jamais terá saido do lugar.
Ontem eu tive a sensação imaginaria de algo grandioso e foi ai que eu me perguntei, será isso real ou apenas uma ilusão?
Eu tenho pânico do acaso, o  meramente circunstancial é que me da medo, se será ou não o tão questionado futuro é quem me dirá, mas uma coisa é certa ...



O retorno de si próprio

Boa tarde pessoal!
Andei meia sumidinha mas agora estou de volta a  todo vapor!!!



Alguma vez na vida você já teve a sensação de estar fora de orbita? Como se tudo que acontece nos seus dias fosse um piloto automático em que te conduz a todas as suas obrigações enquanto você assiste de fora completamente confusa e sozinha?
** Não sente vontade de mais nada, sua ** única ansiedade é por conseguir sentir o ar de fato dentro dos ** pulmões e raciocinar, fazer com que todas as ** confusões e conflitos saiam como a fumaça de um cigarro mal tragado.
A dias ** não se sente sóbrio, e por vezes ** mal consegue filtrar seus pensamentos, suas costas doem o tempo todo, o peso da duvida as vezes é maior, você pode andar por ai sozinho e pensar em uma única coisa o dia todo, e no fim de tudo percebe que não chegou a lugar nenhum, não pensou em absolutamente nada, não concluiu nada, nem ao menos conceituou direito.... é isso que**  tem feito ultimamente... e você é o único a ser culpado.
Você ** tem tentado retornar de tudo isso, mas a consciência está no banco dos julgados sendo bombardeado o tempo todo pelo juiz da Insanidade, seu advogado costuma ser as Duvidas e a vitima é a sua Vontade que não pode ser defendida com tantas questões em pauta.
Resta respirar, mas nem isso ao menos ** você tem feito direito, no caminho em que costumava seguir a seu encontro todos os dias, se vê apenas a fumaça dos cigarros  se misturando com as lembranças de alguns dias que por horas eram especial e por outras indefinido....*** dias...
Você não pode fazer isso por muito mais tempo, você sabe o que fez, não se arrepende e faria tudo novamente se tivesse recebido um olhar nos olhos de volta e ouvisse  o que realmente sente, mas somos incapazes de ser sinceros com nós mesmos, existem dois caminhos na esquina do labirinto, um deles te leva a mesmice do passado, o outro te leva a um lugar que não existe nome, nem placa, talvez também não haja caminho de volta ... eu só espero que você também se sinta assim, quem sabe no meio de tanta duvida e mistério o labirinto leve a um único lugar.
O retorno de nós próprios.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

EVENTOS EM FAMÍLIA.....

Quantos eventos em família hei de suportar antes de ter uma síncope e mandar minha boa educação para o espaço????
Vou esclarecer o motivo da minha cólera momentânea:
Meu lindo filho fez aniversário mês passado  e normalmente fazemos uma festinha simples com  bolinho,refrigerante para comemorar o evento, só o pessoal de casa e amigos: eu, meus filhos, meus irmãos, minha mãe, meus amigos , minhas primas.
Esse ano meu filho que  fez  2 º aninhos quis  presença do pai.


Sou tipo de ex-mulher muito compreensiva e sempre me preocupou muito o relacionamento que meus filhos pudessem ter com o pai, mas após a separação, apesar de incentivar o relacionamento, não faço questão de dividir o mesmo ambiente com ele.

Fico incomodada, esse é o termo certo, parece que não estou no lugar correto.
Além do que, ver a alegria do Nicholas  em relação a uma pessoa que me causou tanta dor, tantos aborrecimentos, me dá uma sensação estranha de ingratidão.
 Sei que não deveria sentir isso.....mas não controlo meus sentimentos, não controlo as sensações, bem que queria, mas também sei dizer que isso não me faz bem algum, então que venham as sensações.
Alguns, mais racionais diriam que a felicidade da criança é que conta, perdõe-me, mas discordo, talvez eu cause muito sofrimento aos meu  filho por ter me separado do pai dele, mas tenho certeza que estivesse casada, o sofrimento teria sido maior. Eu poderia nem mais estar por aqui, tamanho era o meu descontentamento com o relacionamento, e ninguém veio ao mundo para ser infeliz, muito pelo contrário, temos o direito de ser felizes e de deixar ser.
Ando buscando rumos novos, em  todos os campos, em todas as esferas, porque tudo na vida é mutável e temos que entender de forma completa. 
Temos o direito a mudança, a alegria e a busca da felicidade, sempre pondo na balança o que está valendo mais, para não se arrepender depois e se isso acontecer, se arrepender menos..

Fiquei uns dias chateada com os acontecimentos da festa, como sempre ele bêbado e ainda fazendo um maior barraco...
A família dele como sempre nunca faz questão de aparecer, sempre  quem fazer uma forcinha esta sempre presente na vida de Nicholas e sua tia Lu.
Eu sai cedo da festa com meu filho nos braço e com minha família deixei aquele louco e psicopática gritando dentro do salão de festa.
Foi horrível sabendo ele que a festa não era pra mim e nem para ele e sim para o filho dele!
Com a alegria exultante dos meu filho em terem o pai durante o evento, mas compreendo racionalmente, mas entendo, emocionalmente falando que eu tenho muito claro na mente os acontecimentos anteriores porque sou adulta, e sofri amargamente cada episódio, cada capítulo, ele, crianças muito pequeno, não tem esse registro claro na mente, talvez vislumbres, talvez nem isso.
Então, o que fazer?
Talvez decida fazer como eu....Pego a carga emocional, e faço um pacotinho, espero estar sozinha, abro o pacotinho, que já ficou um pouco maior e choro, choro e choro. 
Não brava com ele, por ama o pai e nem fica brava comigo por não suportar isso, mas apenas ponho minha dor para fora, através das lágrimas, sem incomodar, nem machucar ninguém. 
No decorrer da minha vida aprendi algumas coisas, entre elas.....aprendi que a pessoa de quem devemos cuidar melhor é daquela que convivemos com ela estreitamente e essa somos nós, os outros devem ser cuidados, mas para tanto temos que estar de bem conosco e ponto final.
Preciso me preparar, afinal tenho mais alguns eventos pela frente, vou levando e aprendendo dia a dia.
Até porque, se está bom para todos, quem tem que aprender a lidar com a situação sou eu.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

REALIDADE....



Sabe qual é a pior coisa após a separação? Você recuperar a sua auto estima, o seu amor próprio, a sua personalidade.

Fiz descobertas imensas nestes 1 anos de separação, descobertas que estavam enterradas, enterradas não é o termo correto, eu diria trancafiadas a 20 mil chaves dentro de mim.

Uma delas foi a capacidade de viver. durante um período da minha vida, achei q minha melhor coisa era ser mãe, esposa, tinha me perdido da mulher que nunca fui.

Nunca fui porque a mulher que nasceu depois da separação foi alguém que eu não conhecia, alguém que eu não sabia q existia, mas muito melhor do que eu podia imaginar.

Hoje me olho no espelho e não encontro requicios da outra mulher, às vezes me sinto poderosa, outras maravilhosa, fico até inibida comigo mesma por me achar tanto assim, só q eu sempre estive ali, com todas aquelas qualidades, com todo aquele amor para dar e receber e não havia retorno.

Durante um período da minha vida, senti como se quisessem me fazer acreditar, e quase conseguiram, que eu era uma mulher fraca e que precisava de alguém ao meu lado para me direcionar, para eu seguir.

Descobri q não preciso. Que só preciso de alguém q queira me amar como eu sou, com os meus todos defeitos e alguma s qualidades, de resto.... eu me viro, não é fácil, mas é gratificante.

Tem histórias pacas por aí a fora de mulheres que matam 5 leões por dia e sobrevivem, eu mato um, às vezes 2, mas estou feliz.

E felicidade incomoda. Sempre.

Estou querendo reajeitar minha vida, não é fácil, mas preciso. Sei q vou perder algumas "mordomias" mas vou conquistar o q sempre quis.... a Liberdade.

Quero levar meus filhos para crescer com responsabilidade e felicidade incutida no peito e no coração.

Precisamos de nosso espaço e vou batalhar por isso, devagar, pq tenho q dar um passo de cada vez, não posso me precipitar, nem correr, mas acredito em mim. Em 32 anos aprendi a acreditar.

Se eu soubesse q a separação ia me dar essa dimensão.... teria me separado antes.

Relacionamentos me deixam sempre assim, com medo das algemas, com duas crianças então, o medo vira pavor.

Ando fazendo coisas q nunca fiz na vida e q sei q não preciso deixar de fazer, só encontrar um caminho, um vão.

Às vezes é díficil, mas sempre achei q o q vem de forma fácil não tem muito valor, fica sem sabor.

A realidade é dura, mas vale a pena, tenho q me adaptar a certas coisas, porque viver é isso, e sei q posso, antes achava que não, agora tenho certeza que td é possível.

Minha alma está sendo nutrida, meu coração... vai bem obrigada, e a vida ..... está aí para ser vivida, tem seus encantos e seus desabores, mas um serve para compensar o outro e ponto final.

Por hora é só, bjs a todos...

    

ÁLBUNS DE CASAMENTO

Outro dia, num daqueles dias, onde parece que os ex se juntaram e querem acabar com o nosso bom dia, estávamos conversando quando o assunto surgiu espontâneamente: o que fazer com o álbum de fotos do casamento?




Tão cheio de lembranças e rostos conhecidos... inclusive o do ex, no meu caso, o pai das crianças.



Tem gente que rasga, põe fogo, outros jogam pela janela.... O meu? Está bem guardado, quase enterrado, mas não jogo fora.



Por quÊ? É simples. Fotos são recordações de momentos que foram felizes, não importa se hoje a realidade é outra.



Tenho filhos, e cedo ou tarde eles vão querer saber a história dos seus pais, diga-se de passagem, uma história que não me faz orgulhosa e nem feliz, mas escolhas tem dessas coisas, você sempre sofre as conseqüências e tem que arcar com elas.



Duro é vc olhar fotos e ver aqueles rostos felizes, com semblantes cheios de promessas e sonhos, que, se estamos falando sobre isso, é porque não se realizaram ou se quebram pelo caminho.



Mas não acho certo se livrar das lembranças, como se pudesse abrir um vácuo entre o antes e o depois, mas isso vai aliviar a dor? Diminuir a tristeza? Alterar o passado? Claro que não.



O pai dos meus filhos queria levar o álbum para os parentes ver, depois da separação, e ainda arrematou: “.... Quem sabe não ponho fogo nisso tudo?”



Minha indignação foi suprema: “....Como assim?! Por fogo???!!!! Se vc já não ia levar antes, não vai ser agora. Se alguém tiver que queimar qualquer coisa aqui, esse alguém sou eu, já que fui eu que paguei!!!!!!!!



Materialista???? Pode ser. Mas não admito esse tipo de desaforo. Por mim teria tirado eles das fotos e guardado minhas imagens, mas, infelizmente não dá. Então guarda-se tudo e espera-se que um dia consiga olhar para tudo aquilo, sem um pingo de emoção, apenas fotos de pessoas distantes, quem sabe?



Mas é isso, que mais se pode fazer? Ter paciência e deixar o tempo agir, aos poucos.



Por hoje é só....

sábado, 29 de outubro de 2011

Um pouco de minha Historia!!

Este blog é o resultado de uma conversa de final de expediente, quando mulheres se reúnem e trocam algumas confidências, às vezes tristes, Às vezes irônicas, outras tantas engraçadas. Afinal, a vida gente é assim mesmo, cheia de altos e baixos , cheia de amores e desamores, cheia de esperanças e desilusões, regada de alegrias e algumas tristezas.O título também saiu em conjunto, nessas conversas, tão frutíferas, tão intensas, em algumas vezes, tão recheadas de vivências.
Vou pincelar minha história, e gostaria, q sempre que quiserem, me contem um pouco da de vcs, para fazermos matérias juntas e aprender um pouco mais com a vida e conosco.
Antes de eu me casar eu já tinha um filho de outro relacionamento que se chama Gabriel.
Não casei cedo, aos 27 anos entrei ao altar ao lado do meu pai, todo orgulhoso.
Naquele tempo, tenho muito claro na minha mente que, achava, de coração, q fazia a coisa certa.Que seria amada e q amaria, por toda a vida.
Alguns amigos próximos tentaram me avisar, mas às vezes, nossos ouvidos não entendem, ou não querem entender.
Nunca fui muito namoradeira, tive poucos namorados, alguns ficantes, mas minha perspetiva de vida era constituir uma família e batalhar para as coisas que todo mundo quer: uma casa linda, um carro para facilitar a vida, filhos para coroar o casamento... Sonhos meus, somente.
Namoramos  1 anos, e ficamos casados por quase 5.
Durante o namoro, ele tinha alguns comportamentos que eu não gostava muito, mas achava que podia superar, tinha certeza que gostava de mim, ou queria acreditar muito nisso.
No início do casamento, tudo era lindo, tudo fofo, um doce de pessoa... Até eu engravidar ....
Não brigava, mas fazia birra, me provocava, me irritava com as pequenas coisas, bebida demais  e falando mal das outras pessoas como de seu ex-mulher q tinha colocado ele na justiça de seu filho que era um bastado como ele dizia,de suas irmãs,do próprio pai e de sua família em geral que dizer do seu próprio sangue!Me humilhava na frente dos outros, como se eu fosse muito fresca, muito cheia de nove horas. Passei mal a gravidez inteira, o tempo todo enjoada, durante 9 meses, dores de cabeça horríveis, um sono que me torturava, era só encostar que eu dormia. Para ele era pura frescura. Passei, sozinha por toda essa dor, q me afligia a alma. Todas as mudanças da gravidez, além da pressão alta, devido ao bom tratamento que eu recebia. Ás vezes perguntava a Deus porque ele tinha se casado comigo, se não gostava do meu corpo (sempre estive acima do peso, inclusive antes e durante o namoro ), não gostava de mim. Deus estava aguardando para me responder.
Meu filho nasceu no dia 13/10, um dias depois do Dia da Criança, quando na véspera, ele foi comprar os presentes das minhas sobrinhas e do meu filho, não trouxe o q eu queria e ainda fez pouco de mim, na frente de algumas pessoas como sempre ele fazia. Deu uma tristeza tão grande, queria muito sumir, evaporar. Guardei aquela raiva por 3 dias, no 1º fizeram a cesária, nasceu .
Voltei para casa e o encantamento com o menino parecia que tinha melhorado um pouco astral, estávamos aparentemente bem... Até meu pai adoecer gravemente e iniciarmos uma perigrinação para visitá-lo e logo em seguida eu tive q tomar conta do meu pai...
A pressão era tanta que quase que meu ginecologista, um amor de médico, pediu para conversar com ele. A tristeza era eminente no meu olhar que vivia cheio de lágrimas, tamanho o desprezo que ele me dava, brigas diárias com meu filho  13 anos ainda, tudo era motivo para ele criticar, para me irritar.
Voltei para o hospital  novamente com 7 dias em casa com uma febre e com dificuldade respiratória fiz vários exame foi  descoberto uma uma bola dentro de mim de 600ml de sangue fiquei mas 29 dias internada e sempre ouvindo besteira e sei q tudo isso foi accionado por ele  brigas dentro de casa .
Dessa vez foi pior,  sem como fazer nada ele sempre dizia coisa que não me fazia bem,com o meu filho no colo ele dizia filho se sua mãe vai morre você já tem uma madrasta..aquilo eu fica triste sozinha dentro de quarto sem meu familiares mas graças amigos que me ajudaram na  a passar  rápido os meus dia internada, o pai da minha filho pouca importância deu ao fato.
Quando a situação chegou nesse ponto, meu Deus como eu pode ser tao egoísta comigo mesma nada estava bem.Logo depois fui para casa  nada de melhora o nosso relacionamento a cada dia q passava eu vi com o monstro que me casei...Meses depois meu pai foi internado, as coisa  ficou pior teve a 2 traição então resolvi: peguei meu filho lindo e fui para casa da minha mãe. Ele ia acabar matando meu filho e a mim.

As coisas começou a complicar com meus irmão começou adquiri raiva de Ricardo pq ele falava como demias com praga para minha mãe e nunca respeitou ela!Ate q um dia a casa caiu ele fez coisa q eu não estava esperando começo a beber e falar mal da minha família e da minha mãe que toma conta do seu próprio filho !Ele me agrediu verbalmente e fisicamente fui para na delegacia da mulher dei pela primeira vez dei parte!Eu com um bebe de colo e ele nem pensou na consequente do q poderia acontecer com o nosso filho,o meu filho mas velho não queria mora comigo por causa dele!
Depois de algum tempo meu pai se foi , perdi um amigo muito querido e  meu filho e um bebezinho. Passado alguns meses tomei coragem e voltei.
Mas as coisas pioraram, ele quase não parava em casa direito e a vida seguia dura. A tristeza tinha tomado conta da minha alma.
Certo dia, olhei no espelho e me perguntei: onde está aquela mulher com um brilho vívido no olhar, com esperança e força para lutar, com coragem de acreditar no amanhã? Eu sabia onde ela estava: se afogando na tristeza, na solidão da vida a dois, na humilhação de quem não conseguia melhorar, e numa gama imensa de tantas frustrações, de tantas lutas em vão, de tantas crenças que foram jogadas ao chão, sem um  pingo de respeito.
Ainda aguentei um tempo,  as coisas pioraram, tivemos mudar para a casa perto da minha mãe. Eu sabia q não seria fácil, mas não tinha idéia do que ainda me aguardava...
Ele se fechou, se tornou uma pessoa de in suportável convivência. Passava todas as horas que estava em casa trancado no quarto, se as crianças se aproximavam ele gritava e as mandava sair, sempre aos berros.
Meus finais de semana eram infernais. Eu queria trabalhar todos os dias e por 24 quatro horas, não queria voltar para casa. Meus filhos eram os únicos q conseguiam me manter firme, meus motivos de alegria.
Em um certo dia, do ônibus, meu irmão viu ele com uma mulher em certa praça, e logo depois dela, minhas primas viram ele beijando a mulher. Eu já tinha pego algumas evidências aqui e ali, mas vc nunca quer acreditar, acho q o mundo vai cair na cabeça e vc vai se estra bicar toda. Dei tempo ao tempo. Conversei, expliquei o ocorrido e avisei: se mais alguém vier me falar alguma coisa, qualquer coisa, não tem volta, acabou.
Dois meses depois, minha prima veio me falar que ele estava desfilando no centro da cidade que moro com outra mulher. Detalhe, eu trabalhava até às 20hs00, tinha sido promovida e estava ralando para aprender o serviço.
Primeiro não queria ir, depois tomei coragem e fui, flagrei ele com a mulher quase enfiada dentro dele.
Não fiz escândalo, chorei muito, não sei se de raiva, de ódio ou de tristeza por ter sido tão tonta.
Pensei em dar outra chance, insegurança de momento, mas como que eu ia olhar para aquela cara sem sentir ódio? e o pior que o ódio não seria dele, seria de mim por ser tão tonta.
Tomei coragem e falei que não queria mais nada com ele. Ficou algum tempo na mesma casa q ele, pois nem os parentes queriam ele perto de mim...Eu sai em um sábado, por volta das 6hs da manhã para ninguém me ver .Voltei para casa da minha mãe aonde ate hoje eu resido não quiz olha para trás aonde tive tanto sofrimento!
Não sei dizer qual foi a sensação, mas aos poucos fui descobrindo.
Descobrindo a vida e a alegria voltando aos poucos para minha alma, o brilho do olhar, há tempos perdido, estava ali,novamente.
Voltei a cantar, o sorriso voltou a ser fácil, criei coragem para novos projetos, algumas empreitadas, coisas de tempos e tempos. Perdi o medo de aparecer.
Hoje sou uma pessoa melhor, estava tudo guardado dentro de mim, mas precisei de um sacolejo da vida para aprender, passei por tudo, agradeço a cada dia a Deus por ter me ajudado nos momentos ruins, e ressalto que não tenho coragem de pedir mais nada, porque sei que tudo que ele podia fazer por mim ele fez quando eu mais precisei. Hoje, sinto sua presença por perto, sempre, mas peço para que ele só me proteja das coisas ruins e das más influências.
Aprendi q td tem seu tempo e sua hora e nada acontece por acaso, nada, absolutamente.
Tudo tem permissão de Deus e nosso consentimento. Somos totalmente ativos nas situações que vivemos, porque sempre temos escolhas e nós é que fazemos, mais ninguém.
Bom, é isso, em breve estarei postando novas histórias, novas mensagens e opiniões.
Bjs e não deixe de comentar, diga o q achou da matéria se torne um (a ) seguidor (a). Parte superior do formulário

PESADELOS DA MULHER SEPARADA!

Pensei muito para escrever sobre esse tema e na realidade as únicas experiências que posso relatar são as vividas por mim, ou dos "depoimentos" que ouço no dia a dia.
Basicamente nosso pesadelo é o de repetir o erro. Digamos que ficamos mais seletivas, procurando sempre alguém mais parecido como q você acha ideal.
Algumas, como eu, se depara com um universo que estava encoberto por uma manta, não sei se grossa ou fina, diria que densa o suficiente para garantir que não veria absolutamente nada além com q estava vivendo.
Outras, se jogam em emoções diversas, entrando em "n"s relacionamentos seguidos, querendo viver intensamentetudo o q não viveu antes ou durante o relacionamento que acabou.
Formas diferentes de apagar o passado de dor e tristeza, angústias e decepções, ou tentar apagar o amor ainda existente.
Algumas pessoas me dizem que devo ter sofrido muito com a separação, pois sempre estou falando dela.
Na realidade, a separação em si foi muito mais um ato de LIBERTAÇÃO do que de sofrimento, e devido a este sentimento tão profundo que comento tanto, tentando mostrar para os que estão infelizes dentro de um relacionamento, que pode haver vida fora, que pode haver prazer e alegria, nos não sabemos disso, até sermos obrigados a por o nariz para fora e sentir  o vento batendo nele, livremente.
Para mim foi como sair do fundo do mar, sem roupa de mergulhador e no último minuto chegar a superfície, e além do ar enchendo os pulmões ver toda a paisagem azul e amarela te esperando. Sorrindo para você.... F A S C I N A N T E !!!!!
Fico transtornada quando as pessoas me dizem assim: " Vocês podiam voltar, faziam um casal tão lindo...""Lindo" era viver dentro da minha casa, ouvir o que eu ouvi, passar pelo que eu passei. A felicidade está dentro de mim, está florescendo, a cada dia uma flor diferente, logo, logo, vou ter um jardim, rsrsrsrs.
As pessoas podem achar o que quiserem, mas ninguém pode querer nada. vivam suas vidas e deixem que da minha eu cuido. É o que sempre digo.
[Image]Quando ouço esse tipo de coisa, me sinto como nos filmes, quando mostra a cena do condenado e a porta da carceragem se fechando, e aos poucos as paredes vão se estreitandoe me deixando espremida, uma sensação horrível.
A redescoberta da liberdade é maravilhosa,  M A R A V I L H O S A.

Abraçar um amigo (a ), sorrir quando tenho vontade, cantar aos quatro ventos, ouvir a música que eu quiser, assistir o que tenho vontade, ficar quieta se estiver afim, rir alto, com vontade, ser feliz, infinitamente feliz.
Antes me sentia presa, parecia que para qualquer lado que me mexesse, estava me espetando, me incomodando.
Meu pior pesadelo é me  ver presa novamente presa a um relacionamento assim, mas uma amiga muito querida me disse certa vez que "quando mudamos, não temos como voltar a ser o que já fomos", e ela tem toda a razão, não há retorno.
Já tive algumas tentivas de relacionamento e já percebi q estou diferente, algumas concessões não consigo fazer mais e ando muito sicera, o que pode ser um defeito, mas cá entre nós... aos quase com trinte e tres anos, não tenho muito tempo para jogos, nem para ficar contando lorotas, eu sou eu e pronto, me aperfeiçoando em mim mesma a cada dia, sempre disposta a cometer erros, e a aprender com eles, libertando minha criatividade, minha imaginação, e disposta a encarar a vida como ela se apresentar, no mais, quem tiver coragem para encarar essa nova mulher, que venha...